domingo, 21 de noviembre de 2010

MEUS PARABENS BOB

OBRIGADO,EXCELENTE MEU QUERIDO AMIGO SEMPRE FELIZ AO SABER DE TEUS LANCAMENTOS . RECORDO-ME DA NOSSA EPOCA DA MUSICA NOSSA EM MINAS GERAIS. SEMPRE AVISA-ME DE TUAS NOVIDADES .

sábado, 9 de octubre de 2010

GUERRA DAS MOEDAS

Mantega e Meirelles defendem acordo global sobre câmbio / Luciana Coelho e Andrea Murta
Nos EUA, onde ocorre a reunião do FMI, brasileiros dizem ser a favor de entendimento até o encontro do G20, em Seul. Brasileiros fazem crítica cautelosa à China, sua aliada em encontros globais e principal alvo de pressão mundial.
As duas principais autoridades econômicas brasileiras defenderam em Washington um acordo multilateral sobre câmbio.
A ideia é que os países atuem de forma sincronizada para regular suas divisas e evitar o que o ministro Guido Mantega (Fazenda) chamou de "guerra de moedas".
Mas, enquanto o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, dizia que tal acordo era "desejável", mas pouco provável no curto prazo, Mantega se dizia otimista. Os dois estão na capital americana para a reunião do Fundo Monetário Internacional.
Segundo Meirelles e Mantega, no entanto, o fórum mais adequado para um acordo seria o G20, e não o FMI. Os chefes de Estado do grupo de 20 dos países mais ricos do mundo se reúnem em novembro em Seul.
"Podemos ter algo parecido com os acordos Plaza", disse Mantega, citando o pacto para reajustar as moedas, fechado em 1985 por Japão, EUA, França, Reino Unido e Alemanha Ocidental.
Os brasileiros insistiram que o problema maior não é o câmbio em si, mas sim o excesso de liquidez em dólares trazido pelas medidas para mitigar a crise em contraposição à alta taxa de poupança dos chineses.
"É diferente das crises do passado, resultado de câmbio controlado, moeda desequilibrada, excesso de endividamento em dólar", afirmou Meirelles.
O recado que ecoa do Brasil é que é apenas para "se defender" que os demais países intervieram no mercado.
Meirelles sinalizou que o BC continuará a atuar -o dólar está em R$ 1,667, menor valor em mais de dois anos. "O que não pode é o Brasil pagar um preço excessivo pelo fato de estar indo bem, enquanto outros estão mal."
O presidente do BC disse ainda ser cedo para calcular o efeito do aumento desta semana na alíquota do IOF para estrangeiros.
Entendimento
Meirelles elencou três passos para um acordo: "Promoção de consumo doméstico, expansão de demanda doméstica por parte dos países que estão mostrando excesso de poupança e baixo consumo, e equilíbrio de maior poupança dos países com excesso de consumo".
O discurso brasileiro não deixa de mencionar constantemente o papel americano na crise. Mas tem sido cautelosamente crítico à China, sua aliada em grupos plurilaterais de negociação.
Analistas e autoridades americanas têm afirmado que o Brasil é menos vocal do que poderia na pressão para a China valorizar o yuan.
O discurso que tem sido repetido também nos outros principais fóruns globais é o de que os emergentes devem assumir mais responsabilidades. Os emergentes dizem que ainda precisam de espaço para se desenvolverem.

GUERRA CAMBIAL DESIQUILIBRA O COMERCIO EXTERNO BRASILEIRO

ECONOMIA - Especulador George Soros confirma tese de Mantega sobre guerra cambial / Fernando Eichenberg com Agências Internacionais
Ministro da Fazenda defende que países ricos retomem estímulo fiscal.
Em sua campanha contra a guerra cambial no mundo, o ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, ganhou ontem um aliado inesperado: o megainvestidor - e especulador - George Soros.
Em artigo publicado ontem no jornal britânico "Financial Times", Soros afirmou que, quando Mantega diz que há hoje a guerra no câmbio latente, "não está longe da realidade".
Soros - que ficou conhecido como "o homem que quebrou o Banco da Inglaterra" ao lucrar US$ 1,1 bilhão com a desvalorização da libra, em 1992 - disse estar preocupado com o desalinhamento das moedas. Para ele, a solução para a crise está nas mãos da China, "que emergiu como líder global".
Mantega critica China por acumulação de reservas Em Washington para a reunião anual de Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial (Bird), Mantega acusou ontem os países ricos de adotarem políticas equivocadas depois da crise financeira e favorecerem a guerra cambial. Para ele, países como Estados Unidos e Alemanha deveriam abandonar políticas monetárias agressivas - com baixas taxas de juros e injeção de recursos na economia - e retomar o estímulo fiscal para incentivar a criação de empregos e o consumo doméstico.
- A guerra cambial é um subproduto da lenta recuperação econômica em países avançados - disse Mantega.
- É a política do salve-se quem puder, jogar o problema para os outros. É preciso recolocar a política fiscal de estímulo direto à demanda e à criação de emprego, em vez de usar a guerra cambial, que nada mais é que uma disputa de mercados, que leva ao conflito comercial e ao protecionismo.
Mantega também criticou o comportamento da China, com sua "política de compra de reservas e limitação de capital estrangeiro, sem permitir a valorização de sua moeda". Ele vai levar essas questões hoje à reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC): - O fato de eu falar em guerra cambial chocou algumas pessoas. Só mencionei algo que já existia, mas era deixado debaixo do tapete. Agora já estamos discutindo abertamente o que é hoje a principal pauta da agenda econômica.
Reforma do FMI não beneficia totalmente os emergentes O ministro acredita na possibilidade de discutir um acordo coletivo na reunião do G-20 (que reúne as principais economias industrializadas e emergentes) em Seul, em novembro. Também em Washington, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, expressou preocupação com a guerra cambial, que está provocando desequilíbrios no mundo: - Este é um problema sério.

domingo, 8 de agosto de 2010

INSTALADA COMISSAO DO COMERCIO BRASIL-VENEZUELA

Instalada Comissão de Monitoramento do Comércio Brasil-Venezuela
05/08/2010
Tiveram início, nesta quarta-feira (4/8), em Caracas, os trabalhos da Comissão de Monitoramento do Comércio Brasil-Venezuela. Participaram da primeira reunião bilateral técnicos do governo brasileiro, liderados pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, e representantes do governo venezuelano, comandados pela vice-ministra de Comércio Exterior, Carlina Pacheco Medina.
A partir da instalação da comissão, especialistas do governo dos dois países iniciam as discussões para remover entraves burocráticos e técnicos e incentivar projetos de integração comercial. A próxima reunião deverá acontecer no Brasil, no início de novembro. Até lá, será definida uma agenda de trabalho para agilizar a criação de mecanismos que facilitem o intercâmbio bilateral.
Missão empresarial ao Brasil
Durante a reunião em Caracas, o governo da Venezuela informou que deve organizar, ainda no segundo semestre, uma missão empresarial ao Brasil com a participação de empresários dos setores de papel e celulose, confecção e alimentos. Também ficou definido que haverá cooperação para intercâmbio de informações estatísticas de bens e de serviços. Os técnicos brasileiros apresentaram estudos demonstrando quais os produtos venezuelanos podem ser competitivos no mercado brasileiro, as possibilidades de trocas de experiências e os procedimentos necessários para exportar para o Brasil.
Análise do comércio bilateral
Nos primeiros seis meses deste ano, as exportações brasileiras para a Venezuela aumentaram 7% em relação ao mesmo período de 2009, totalizando US$ 1,778 bilhão. Apesar do crescimento, a participação venezuelana nas exportações totais do Brasil caiu para 1,99%. Já as importações brasileiras da Venezuela, aumentaram 135,4% em relação ao primeiro semestre do ano passado, ao passarem de US$ 197 milhões para US$ 465 milhões. A corrente de comércio, no acumulado semestral deste ano, totalizou US$ 2,243 bilhões, ficando 20,7% acima do US$ 1,859 bilhão registrado no mesmo período de 2009. Mara Schuster ,mara.schuster@mdic.gov.br

LEI DA FICHA LIMPA - E PRECISO ACABAR COM POLITICOS CORRUPTOS

O que é a Lei Ficha Limpa? Mensalão, caixas dois, esquemas de compra de resultados nos tribunais, enfim, depois de tantos escândalos envolvendo até as principais lideranças políticas do país, o Brasil, vulgo: país da corrupção poderá ganhar um forte aliado na luta pela ética e moralidade. Saiba o que é e como funciona a lei da Ficha limpa, projeto que será votado no próximo dia 7 de desse mês no congresso federal.
A lei é uma ação punitiva à criminosos políticos ou suspeitos, ela visa impedir que políticos nessas situações atuem ou participem de eleições. O intuito disso é preservar a moralidade e conservar a integridade da máquina pública. Segundo seu Artigo 41, será punido o candidato que ‘doar, oferecer, prometer, ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição’, as penas previstas na lei da ficha limpa prevêem desde multa de 1.000 a 50.000 reais á cassação do registro ou do diploma.
O grande trunfo dessa lei é que enfim ela constitui um mecanismo que busca punir os corruptos já que o atual sistema de CPIs era falho, uma vez que o acusado podia escapar da punição caso abandonasse o cargo antes do inquérito ser aberto. Com o advento da lei da Ficha Limpa, o político estando ou não em exercício do cargo é investigado e julgado. E se prevê que com afastamento dos corruptos as eleições poderão enfim escolher melhores líderes e garantir que o dinheiro publico seja respeitado.
Nem tudo é um mar de rosas, a lei da ficha limpa agora esta sujeita a aprovação do senado federal para que entre em vigor e ai nasce a dúvida: – Será que os nossos deputados aprovarão essa lei que pode inclusive gerar uma série de polêmicas envolvendo muitos dos senadores? A resposta só saberemos no dia 7

jueves, 5 de agosto de 2010

EMPREITEIRAS - A REFORMA PARCIAL DA LEI DE CONTRATACOES PUBLICAS NA VENEZUELA

AN aprovou em primeira discussao a Reforma Parcial da Lei de Contratacoes Publicas.
Segundo o projeto discutido pelo Parlamento se preve que quando a obra houver sido paralisada o exista um risco de paralizacao , o ente contratante podera dictar e executar como medidas preventivas a requisicao dos bens e equipamentos, instalacoes e maquinarias ,assim como o comisso dos materiais afectos a execucao da obra. O art. 131 aponta que as medidas preventivas se adoptarao e executarao no mesmo acto.
A PORCAO DA OBRA EXECUTADA POR O ORGANISMO CONTRATANTE NA OCASIAO DA MEDIDA PREVENTIVA NAO PODERA SER IMPUTADA A FAVOR DO CONTRATISTA.SOMENTE SE EXISTE UMA SENTENCA QUE FORA FAVORAVEL AO CONTRATISTA, PODERA COBRAR OS INVESTIMENTOS.
Comentario:isso sera favoravel para disciplinar as empriteiras na Venezuela ,constructoras que nao cumprem com os cronogramas das obras ,que utizam ou desviam os recursos do Estado para outros propositos nao intrinsecos as obras. Ao mesmo tempo obrigam ao Governo mais responsabilidades na entrega e nos prazos dos recursos financeiros e se definem as obrigacoes e os direitos das partes.

domingo, 25 de julio de 2010

VOX POPULI : DILMA AMPLIA VANTAGEM

Dilma amplia vantagem sobre Serra, aponta Vox Populi
Fernando Taquari | Valor ,23/07/2010 19:54

A candidata Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida ao Palácio do Planalto com oito pontos de vantagem sobre José Serra (PSDB), de acordo com pesquisa Vox Populi.
A petista tem 41% das intenções de voto, enquanto que o tucano está com 33%. A vantagem aumentou três pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, divulgado no dia 29 de junho.
Na ocasião, Dilma tinha 40% e Serra 35%. Já a candidata do PV, a senadora Marina Silva (AC), permanece com os mesmos 8% da última sondagem. Em seguida aparece José Maria Eymael (PSDC), com 1%. Os outros cinco candidatos não pontuaram.
Em um eventual segundo turno, a ex-ministra da Casa Civil venceria por 46% a 38%. Dilma também aparece na frente entre homens e mulheres. No público masculino, ela soma 43% das preferências, contra 34% de Serra. Já entre o eleitorado feminino o resultado fica 38% a 32%.
A candidata petista, segundo o levantamento, tem seu melhor desempenho na região Nordeste, onde atinge 54% das intenções. O tucano aparece bem atrás, com apenas 24%. Serra, no entanto, lidera no Sul, com 39% ante 35% de Dilma. No Sudeste, por sua vez, a diferença é de apenas dois pontos percentuais para o ex-governador (36% contra 34%).
A pesquisa ouviu 3 mil eleitores entre os dias 17 e 20 de julho. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual para mais ou menos.
(Fernando Taquari | Valor)

miércoles, 14 de julio de 2010

BRASIL E AMERICA DO SUL

Sueño y Realidad en América del Sur
Antonio Simões (Folha de Sao PAULO ,11 de maio 2010 )
Una década pasó desde que Brasil tomó la iniciativa de convocar, en Brasilia, la 1ª Reunión de Presidentes de America del Sur, realizada en el año 2000. Casi ocho años después, en mayo de 2008, el Presidente Lula recibió a los Jefes de Estado de la Región para la firma del tratado que fundó la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR).Para quien hoy observa la intensidad de la agenda regional, es difícil imaginar que, hasta hace poco, los líderes del Continente jamás se hubiesen reunido. Diez años atrás, la articulación de América del Sur no era más que un sueño. Hoy, es una realidad concreta. Las estadísticas comprueban el éxito de la integración suramericana. Desde el año 2000, el comercio total de Brasil con la región pasó de US$ 22 billones a US$ 63 billones. En 2002, nuestras exportaciones los para países vecinos alcanzaban los US$ 7.5 billones.
En 2008 estas exportaciones alcanzaron los US$ 38.4 billones: un aumento del 412%. En 2009, el índice de bienes industrializados en las exportaciones brasileras para la región alcanzó cerca del 90% -vendemos, a nuestros países vecinos, bienes de alto valor agregado. Estas mercancías generan ingresos y empleo formal a millones de brasileros.
La presencia de empresas brasileras en América del Sur se ha ido incrementando y va transformando la infraestructura de los países vecinos, con la construcción de calles y autopistas, aeropuertos, plantas hidroeléctricas, petroquímicas. Para apoyar este esfuerzo, Brasil financia parte los proyectos, sobre todo por medio de BNDES.
El total de los financiamientos otorgados en el año 2009 asciende a los US$ 8 billones para América del Sur. Cerca del US$ 3.1 billones se refiere a proyectos en desarrollo o concluidos, y otros US$ 49 billones, a proyectos ya aprobados.
Son obras que ayudan a la economía brasilera y contribuyen al desarrollo de los países de la región. Las inversiones directas de empresas brasileras también han aumentado.
En Argentina, por ejemplo, la inversión total asciende a los US$ 8 billones. América del Sur es un espacio primordial para la transnacionalización de las empresas brasileras.
Ni ingenuidad ni ideología explican la vertiente suramericana de la política externa brasilera. Por ser Brasil el país con la economía más grande y diversificada de la región, es inevitable que ejerza el papel de propulsor de la integración. Solidaridad no es sinónimo de ingenuidad.
Porque queremos abrir mercados en América del Sur, nos interesa que nuestros vecinos también sean cada día más prósperos.
Brasil desea que la prosperidad y la justicia social se esparzan por toda América del Sur. La política solidaria no es incompatible con la búsqueda de nuestros legítimos intereses.
Un Brasil que contribuye para la prosperidad continental refuerza su rol como factor de estabilidad y progreso en el mundo. Junto a esto, avanzan la Democracia y un sistema económico abierto.
Sin embargo será necesario reforzar la conciencia de nuestros intereses comunes de largo plazo. Si franceses y alemanes hubiesen optado, al final de la Segunda Guerra Mundial, por los logros de corto plazo, perdiéndose en la mezquindad de contabilizar las reparaciones y en el ejercicio de recriminaciones, ¿habría sido posible construir lo que hoy en día es la Unión Europea?
La política externa brasilera para América del Sur no se pauta solamente con una visión pragmática de viabilidad de negocios e inversiones, también está pensada desde una visión política, estratégica, social y cultural a largo plazo.
Aquí, idealismo y realidad se combinan: lo primero nos inspira a buscar un futuro mejor; lo segundo nos estimula a poner manos a la obra.

miércoles, 2 de junio de 2010

A TERCEIRA TAXA DE CAMBIO

Jun 02, 2010, 01:02 PM | (Reuters) El Banco Central de Venezuela prevé que el viernes arranque un nuevo mecanismo de transacciones con bonos públicos con el que busca controlar una suerte de tercera tasa de cambio oficial en el marco de las restricciones a la compra-venta de divisas, dijo el miércoles una fuente del Gobierno.
Presionado por la indetenible alza del "dólar permuta", que llegó a precios históricos el mes pasado, el Gobierno cerró filas contra el mercado de valores y dejó en manos exclusivas del Banco Central (BCV) las operaciones con bonos en moneda extranjera, para que pueda establecer una banda de precios del nuevo dólar al atarlo a las cotizaciones de la deuda soberana.
"El jueves debe salir un nuevo convenio cambiario para normar todo este mercado y su operatividad y el viernes deben arrancar las primeras operaciones con la nueva plataforma de negociación de deuda pública", dijo la fuente.
Sin embargo, algunos tesoreros bancarios dudaron sobre ello argumentando que no ha habido un entrenamiento formal que involucre a los bancos con el BCV y entre sí a través de la plataforma denominada E-bond, donde se colocan las posiciones de compra y venta.
"Falta entrenamiento, falta el reglamento, falta saber cómo se va a decidir el precio de los bonos y la repercusión de la compra-venta de títulos sobre la posición de moneda extranjera de los bancos", dijo uno de los consultados. "Ni siquiera sabemos el horario de operaciones", agregó.
Pero la fuente gubernamental dijo sentirse confiado en que el viernes se harán las primeras operaciones y "si hay fallas se van corrigiendo para las próximas jornadas". El lunes la banca, el mercado de valores y de seguros no operará por ser feriado bancario.

LEI DE ILICITOS CAMBIARIOS

AN no descarta volver a modificar la Ley de Ilícitos Cambiarios
La próxima semana se revisará la Ley del Mercado de Valores que implicará más exigencias para las casas de bolsa, según informó el diputado Ricardo Sanguino.
11:46 AM Caracas.- El presidente de la Comisión de Finanzas de la Asamblea Nacional, Ricardo Sanguino, señaló a El Universal que no se descarta modificar nuevamente la Ley de Ilícitos Cambiarios.
Apuntó que se está esperando que entre en vigencia el sistema de bandas y dependiendo de su comportamiento se podrían hacer ajustes bien cambiando la ley o creando un reglamento.
Insistió en que se tiene que aguardar por el sistema cambiario del mercado permuta que manejará el Banco Central de Venezuela.
El diputado comentó que para la próxima semana sí se revisará la Ley del Mercado de Valores, en la cual la Comisión Nacional de Valores se transformaría en Superintendencia y, adicionalmente, se fijarían más exigencias a las casas de bolsa.



Mayela Armas H.

sábado, 22 de mayo de 2010

BANCOS COMERCIAIS - A CAMINHO DO CORRALITO ?

sábado 22 de mayo de 2010
BANCOS COMERCIAIS COM BARBAS AO MOLHO - E OS USUARIOS TAMBEM - A CAMINHO DO CORRALITO .

OS BANCOS VENEZUELANOS MOSTRAM RESERVAS AO SISTEMA DE BANDAS. EXPECTATIVA NAS REGULACOES DO DOLAR PERMUTA. COMO REGULAR O MERCADO DO DOLAR PERMUTA ? AO EXCLUIR AS CASAS DE BOLSA E SOCIEDADADES DE CORRETAGEM DAS SUBASTAS -O PESO DA COMPRA E VENDA DOS PAPEIS DEPENDERAO DO BC E DOS BANCOS COMERCIAIS CUJAS REGULACOES AINDA ESTAO PARA SAIR. AINDA ESTA MUITO CONFUSO O SISTEMA DE BANDAS FIXADAS PELO BC E AS NOVAS REGULACOES, ASSIM COMO A NOVA REFORMA DA LEI DE ILICITOS CAMBIARIOS.
O PARLAMENTO VENEZUELANO ESTA PARA APROVAR NOVA LEI DE MERCADO DE VALORES E OUTRA - A LEI DE ATIVIDADE BANCARIA.
O SISTEMA QUE FUNCIONAVA ATE POUCOS DIAS- ERA QUE AS CASAS DE BOLSA E ENTIDADES FINANCEIRAS PRIVADAS VENDIAM SEUS BONOS EM DOLARES AOS IMPORTADORES E PARTICULARES QUE NAO RECEBIAM DIVISAS DE CADIVI A UM TIPO DE CAMBIO LIVRE - PERMUTA.AGORA O BCV OBRIGARA A UM VALOR PROXIMO AOS 4,30 BS POR DOLAR.
EM 2009. CADIVI AUTORIZOU PARA IMPORTACOES DE 22,3 BILHOES DE DOLARES E O BC REGISTROU COMPRAS AO EXTERIOR DE 34,4 BILHOES, ISTO E -O MERCADO PARALELO ABSORVEU 12 BILHOES, O TRIPLE DO QUE APORTARIA OS BONOS DOS BANCOS E CASAS DE BOLSA.
ENTRE 2004 A E OS PRIMEIROS 5 MESES DO ANO A ADMINISTRACAO DESTE GOVERNO COLOCOU BONOS POR 31 BILHOES , QUE ALIMENTARAM O MERCADO PARALELO , MAS A UM CUSTO DE INCREMENTAR A DIVIDA DA REPUBLICA. SOMENTE NO ANO 2009 A DIVIDA EM DOLARES SE DISPAROU DE 32%, DESDE 46,6 BILHOES ATE 61,7 BILHOES.
AS RESERVAS DE DOLARES DO BC VEM DIMINUINDO LENTAMENTE.
AGORA COM AS NOVAS MEDIDAS POSSIVELMENTE VAMOS PARA UM CORRALITO - PARA OS MOVIMENTOS DE CAPITAIS. ATE AGORA AS PESSOAS PODIAM VENDER SEU APARTAMENTO OU OUTRO ATIVO E TROCAR BS POR DOLARES ATRAVES DE UMA CASA DE BOLSA , MAS PARECE QUE O NOVO SISTEMA FECHA ESTA POSSIBILIDADE.ATE AGORA PODIA-SE FAZER INVERSAO EM BONOS EM DOLARES COMO ALTERNATIVA DE OPCOES DO MERCADO FINANCIERO , QUANDO OS JUROS DE CAPITAL POR CADERNETA DE POUPANCA OU OTRAS MODALIDADES DE PAPEIS DO MERCADO VENEZUELANO DE CAPITAL E ACOES NAO ERAM ATRACTIVAS.
AGORA SO NOS RESTA INVESTIR EM OURO OU ATIVOS FIXOS JA QUE OS JUROS DA CADERNETA DE POUPANCA E OUTRAS MODALIDADES FINANCEIRAS NAO DA NEM PARA COBRIR A INFLACAO '.
JA LEVAMOS UM GRANDE TOMBO QUANDO O GOVERNO DESVALORIZOU NO COMECO DO ANO O BOLIVAR DE 2,15A 4,30 E AUTOMATICAMENTE MEUS ATIVOS FINANCEIROS NOS BANCOS CAIRAM 50% DO VALOR , EM OUTRAS PALAVRAS FIQUEI MAIS POBRE EM UM INSTANTEE A METADE DO QUE EU TINHA NO ANO PASSADO..
ADEMAIS, SE ESTIMA UMA INFLACAO ACUMULADA PARA ESTE ANO PROXIMA DE 40% , O QUE AUTOMATICAMENTE NOS LEVARA A UM POBRECIMENTO AINDA PIOR.

viernes, 21 de mayo de 2010

O DOLAR DE FACTO -

O GOL QUE NAO ESPERAVAMOS - COMO ACONTECEU NO BRASIL - O CONTROL CAMBIAL DAS DECADAS DE 70S E 80S. AGORA NOS TOCA VIVER-LO NA VENEZUELA EM CARNE PROPIA. VOLTEI A REPASSAR PELA CABECA AQUELA VELHA CACEX DO BRASIL,PARECIDA A CADIVI ,AS RESOLUCOES DO BCB , PARECIDAS AS NOSSAS DE AQUI : AS DIFICULDADES PARA A OBTENCAO DO DOLAR PARA TURISTAS E A RESTRICCAO DE REMESSAS PARA O EXTERIOR , AO VIA CRUCIS PARA IMPORTAR , AQUI O CERTIFICADO DE PRODUCAO NACIONAL E OUTRAS AUTORIZACOES , NO BRASIL- O SIMILAR NACIONAL - E AUTORIZACOES E CONTROL DOS VARIOS MINISTERIOS DO BRASIL. AQUELES FAMOSOS PRODUCTOS PROIBIDOS PARA IMPORTAR E AS FAMOSAS LISTAS DE PRIORITARIOS - AQUI LISTA 1 E LISTA 2. NAO PODEMOS ESQUECER O BRASIL NESSAS DECADAS, VIVEMOS UMA SITUACAO MUITO PARECIDA A QUE ESTAMOS VIVENDO NA VENEZUELA . TAMBEM NAQUELA EPOCA TINHAMOS BAIXA RESERVAS , PRIMEIRO PELO PRIMEIRO SHOCK DE PRECOS PETROLEO DE 1974 E DEPOIS NO SEGUNDO EM 1979 , CUANDO O BRASIL IMPORTAVA 40% DA NECECIDADES DE PETROLEO , QUASE 50% DO VALOR DAS NOSSAS EXPORTACOES IAM PARA PAGAR A FACTURA DE PETROLEO , CASI 6 MM DE US$ CAUSANDO DEFICITES CRONICOS DA BALANCA COMERCIAL. BRASIL ESTAVA DESESPERADO.FOI UMA PERSEGUICAO AOS DOLEIROS E AOS QUE NEGOCIAVAM OS DOLARES NO MERCADO PARALELO. AS OPERACOES EM DIVISAS ERAM DE ESTRICTA COMPETENCIA DO BCB E OS BANCOS COMERCIAIS ERAM SIMPLES INSTRUMENTOS QUE SEGUIAM RESOLUCOES DO BCB E NUNCA MANTINHAM ATIVOS EM DIVISAS .
Importar era um via crucis, muita burocracia e nao havia outra alternativa para a obtencao de dolares o outras divisas senao atraves da CACEX. O DOLAR PARALELO
CHEGOU A UM VALOR SUPERIOR DE 140%, MAS NAO SERVIA PARA IMPORTAR NEM TRANSFERIR . ERAM OPERACOES ESTRICTAMENTE PROIBIDAS. NESSA NAO ESTAVA A BANCA PRIVADA NEM AS BOLSAS - ERAM DELITOS CAMBIARIOS.LEVAVA A CADEIA ATE AOS PARTICULARES.
Em 1990, Fernando Collor confiscou os ativos financeiros de depositos e titulos dos brasileiros, para retirar a massa monetaria e combater a inflacao.
NA VENEZUELA NO COMECO DO ANO O GOVERNO CONFISCOU AOS USUARIOS E CIDADOES 50% DOS ACTIVOS FINANCEIROS ATRAVES DE UMA MACRODESVALORIZACAO AO QUAL LEVOU O DOLAR DE Bs 2,15 A 4,30 .TAMBEM O COMERCIO EXTERIOR FICOU COMPROMETIDO COM IMPORTACOES MAIS CARAS.ALGUMAS A 2,60 E OUTRAS A 4,30 . AS IMPORTACOES TAMBEM SE COMPLICAM COM A REFORMA DA LEI DO ILICITO CAMBIARIO , NO MOMENTO DA NACIONALIZACAO DA MERCADORIA QUE INGRESSA NOS PORTOS VENEZUELANOS.

EL CONTROL DE CAMBIO DE FACTO

EL II.GOL QUE NADIE ESPERABA- EL CONTROL RESTRICTO DE CAMBIO.
Las recientes medidas del Gobierno Venezolano , a respecto de las Casas Bursatiles y la especulacion con el dolar permuta por empresas e personas han conducido a las Autoridades Economicas reglamentar y suspender tales operaciones a manos del sector privado. Ademas , la reforma de la Ley de Ilicitos Cambiarios viene reforzada con la reforma de la Ley de Capitales Y NUEVA LEY DE ACTIVIDADES BANCARIAS.
El BCV PASA A TENER EL MONOPOLIO TOTAL DE LAS OPERACIONES CAMBIARIAS Y LA BANCA COMERCIAL SE SOMETERA A LOS DICTAMEN DEL BANCO CENTRAL ASI COMO SUS ACTIVOS EN DIVISAS . Exportadores y Importadores dependeran exclusivamente de las autorizaciones de CADIVI y BC Y LOS BANCOS COMERCIALES SERAN SENCILLOS OPERADORES DE ESAS ACTIVIDADES . El Dinero Circulante de Divisas Y Valores es de estricta propiedad del Banco Central y la Banca Comercial ES MERAMENTE EL INSTRUMENTO DE LAS OPERACIONES DE VENTA O COMPRA DE LOS IMPORTADORES Y EXPORTADORES , ASI COMO OTRAS OPERACIONES AUTORIZADAS POR EL BC.Las Bolsas posiblemente quedaran limitadas a las operaciones busatiles internas en Bolivares.
EL MINISTERIO DE LA ECONOMIA, EL BCV Y CADIVI Y OTROS MINISTERIOS ya tienen EVALUADO cuales las son las necesidades de importacion del pais a traves de una MATRIZ DE IMPORTACION DE LA DEMANDA AGREGADA .
De esa forma ellos saben cuanto ES LA CANTIDAD ESPECULATIVA DEL DOLAR Y MATEMATICAMENTE Y ECONOMETRICAMENTE CORREGIR LAS OSCILACIONES Y TENDENCIAS DE LAS FLUCTUACIONES DEL VALOR DE LAS DIVISAS. A PRIMERA VISTA DEBERIA FUNCIONAR Y A CORTO Y MEDIANO PLAZO CORREGIR LAS DISTORCIONES. SIN EMBARGO ,LA VARIABLE CORRUPCION HAY QUE COMBATIRLA A TODA COSTA, LA BUROCRACIA Y LA FALTA DE TRANSPARENCIA Y LA DISPONIBILIDAD Y UTILIZACION DE DOLARES POR EL GOBIERNO Y EMPRESAS DEL ESTADO SIN CONTROL DEL BANCO CENTRAL. Solo de ese modo tiene sentido las ultimas medidas del Gobierno que cambia por completo la estructura financiera de la plolitica comercial con el exterior.
HACE 2 MESES RECEBIMOS EL PRIMER GOL -QUEDAMOS MAS POBRES . LA MITAD DE LO TENIAMOS.
EL GOBIERNO DEVALUA EL BOLIVAR DE 2,15 A 4,30 el dolar.Automaticamente de la noche para el dia el ESTADO NOS IMPONE LA REDUCCION de nuestros activos financieros em Bs
, confiscandonos mas de mitad de nuestros depositos bancarios ,nuestros titulos fixos etc.
LOS IMPORTADORES SUFREN LA CONFISCACION DE 30% DE LAS DEUDAS PENDIENTES CUANDO EL GOBIERNO LE IMPONE A LAS EMPRESAS EL PAGO CORRESPONDIENTE A Bs 2,60 y otras vezes a 4,30 las deudas pendientes a los provedores del exterior.

domingo, 16 de mayo de 2010

NUEVOS ESTADOS EN BRASIL -PROYETO EN LA CAMARA DE DIPUTADOS PUEDE DIVIDIR EL PAIS EN 40 ESTADOS

Projetos em análise na Câmara podem dividir o país em 40 Estados ,Agência Câmara - 16/05/2010 - 11h00.
A aprovação, pela Câmara, do pedido de urgência para votar projetos que convocam dois plebiscitos para que os habitantes do Pará decidam se querem ou não a divisão de seu território em três Estados pode dar novo fôlego a uma série de propostas semelhantes que tramitam na Casa. Se aprovadas, as propostas podem criar mais 13 Estados e elevar para 40 o número de Estados e territórios brasileiros.
Conheça as propostas em tramitação na Câmara sobre criação de novos Estados
Os projetos que criam os Estados de Carajás (PDC 2300/09) e Tapajós (PDC 731/00) foram apresentados pelos senadores Leomar Quintanilha (PMDB-TO) e Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), respectivamente, e já foram aprovados no Senado. No dia 14 de abril, eles tiveram a urgência aprovada pelo plenário da Câmara.
No dia seguinte, o deputado Carlos Brandão (PSDB-MA) cobrou, em discurso no plenário, a aprovação do PDC 947/01, do ex-deputado Sebastião Madeira (PSDB-MA), que cria o Estado do Maranhão do Sul. “Nós já conversamos com os líderes e vamos reforçar a pressão, porque agora abriu-se uma brecha, um espaço para colocar os requerimentos de urgência para os plebiscitos sobre a criação dos Estados de Tapajós e de Carajás”, declarou Brandão.
“O Estado do Maranhão do Sul possui potencial econômico e estrutura sociopolítica para se desenvolver”, disse. Confira como ficaria o território brasileiro se os projetos fossem aprovados:
No movimento contrário, de oposição à criação dos Estados, o deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) promete reativar a Frente Parlamentar de Fortalecimento dos Estados e Municípios e Contra a Criação de Novos Estados, da qual foi presidente, para tentar conter o que chama de “onda separatista” motivada por supostos “interesses econômicos e políticos” das lideranças locais.
Exemplo de Tocantins
Um dos principais defensores da divisão do Pará é o deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA), autor do PDC 159/92, que também convoca plebiscito para a criação do Estado de Carajás, na atual área do Pará, e está apensado à proposta que ganhou urgência no mês passado.
Ele considera “inviável” a administração de uma área tão grande (1,247 milhão de quilômetros quadrados, dividido em 144 municípios) a partir de Belém. “Há uma demanda na região por um Estado mais presente nas áreas de segurança, educação, saúde, infraestrutura. Existe cidade a mais de mil quilômetros de distância da capital, entendemos que nenhum governador consegue gerir um Estado tão grande”, argumenta.
Queiroz, assim como outros defensores do desmembramento dos Estados brasileiros, cita o caso do Tocantins, que foi separado de Goiás pela Constituição de 1988, como um exemplo de sucesso que poderia se repetir em Carajás.
“Antes de se emancipar, Tocantins tinha pouco mais 100 km de asfalto. Entre 1988 e 2006, depois da separação, o novo Estado cresceu mais de 155%, enquanto o Brasil inteiro cresceu 58%”, comparou. “Temos, em Carajás, população e área semelhantes às do Tocantins, com terra mais fértil, jazidas minerais, um potencial extraordinário de crescimento, e cidades do porte de Marabá (PA)”, acrescentou o deputado.
Zenaldo Coutinho se opõe a essa argumentação e classifica a iniciativa de dividir o Pará como uma agressão ao pacto federativo, além de poder ampliar as diferenças regionais, com o maior empobrecimento do norte do Estado.
“Na região de Carajás, existe o município de Parauapebas (PA), que é uma das maiores províncias minerais do mundo, com jazidas de minério de ferro e receita mensal de R$ 34 milhões. Já Abaetetuba (PA), que fica no norte do Estado e tem uma população parecida com a de Parauapebas, recebe R$ 4,5 milhões por mês, ou seja, é uma diferença estúpida. Lógico que há áreas desassistidas no Pará, mas isso é um problema de gestão. O movimento separatista é provocado por interesses econômicos e políticos de quem tem áreas produtivas e quer que sua região seja capital de um Estado, agregando um valor fantástico à propriedade”, afirmou

ELECCIONES PRESIDENCIALES BRASIL -2010 - GUILLERME LEAL DE NATURA - VICE PRESIDENTE PARA EL PARTIDO PV DE MARINA SILVA

Marina Silva lança pré-candidatura à Presidência e confirma Guilherme Leal de vice
Publicidade , CIRILO JUNIOR ,BERNARDO MELLO FRANCO .
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
A pré-candidata às eleições presidenciais Marina Silva (PV) anunciou na tarde deste domingo o empresário Guilherme Leal como seu vice na chapa do partido. O anúncio foi feito durante o lançamento da pré-candidatura de Marina, em Nova Iguaçu (RJ).
Acompanhe o lançamento da pré-candidatura de Marina
Marina inaugura "ambientalismo para as massas"
Empenhado na causa verde, Guilherme Leal, 60, foi levado ao PV pela senadora no ano passado. Antes de anunciar seu nome como vice, Marina fez elogios e afirmou que Leal "está inteiramente integrado com o projeto".
Após o anúncio, o empresário afirmou que sente profunda emoção em aceitar concorrer à vice-presidência. "Não podemos deixar de lutar pelo sonho de construir um Brasil mais justo, mais solidário, mais fraterno, mais feliz", completou.
Antes de Marina e Leal, Gabeira e o vereador Alfredo Sirkis já tinham falado durante o evento. Em meio a muito barulho feito pela plateia, Sirkis afirmou que a pré-candidatura de Marina estava sendo lançada "perto do povo", ao contrário do que ocorreu no lançamento de outros pré-candidatos.
O evento acontece na casa de espetáculos RioSampa, que segue a linha axé-pagode-funk. Ao lado de cartazes da festa de Marina há ainda cartazes de outras grandes atrações da casa: Furacão 2000 e Chiclete com Banana.
Durante o evento, Marina deve lançar o "ambientalismo para as massas", uma nova versão do discurso ambientalista, voltado para os problemas dos moradores de favelas e periferias das grandes cidades.
Segundo a última pesquisa Datafolha, a senadora tem 18% de intenções de voto entre eleitores com renda familiar acima de 10 salários mínimos. Na faixa abaixo de dois salários mínimos, ela despenca para 10%.

VOX POPULI - INTENCION DE VOTOS BRASIL - EMPATE TECNICO COMIENZOS DEMAYO 2010 ENTRE JOSE SERRA E DILMA ROUSSEFF

SÃO PAULO - A pré-candidata do PT à Presidência da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente do pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo, José Serra, em pesquisa de intenção de votos do Instituto Vox Populi, divulgada neste sábado. Dados foram coletados após inserções do PT.

Na pesquisa estimulada, o levantamento traz a petista com 38% das intenções de voto, em empate técnico com Serra, que tem 35%. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. Dois mil eleitores, moradores de 117 cidades (nas cinco regiões brasileiras), foram ouvidos. No levantamento anterior feito pelo instituto, em abril, Serra tinha 34% das intenções de voto, contra 31% de Dilma.

Num eventual segundo turno entre Dilma e Serra, os dois candidatos também estariam tecnicamente empatados. A petista teria 40% e o tucano 38%, dentro, portanto, da margem de erro.

A pesquisa espontânea - quando o eleitor abordado pelos pesquisadores diz em quem vai votar - também aponta a liderança da petista Dilma Rousseff. Ela aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Serra tem 15%. Em janeiro, cada candidato obteve 9% das intenções de votos espontâneos.

A pré-candidata do PV, senadora Marina Silva, consolidou-se na terceira posição da pesquisa estimulada. Subiu de 7% para 8%. As regiões onde Dilma Rousseff é mais lembrada são o Nordeste (44%) e o Norte (41%). Serra lidera no Sul (44%) e está tecnicamente empatado com a petista no Sudeste.

Fator Lula. O levantamento de votos espontâneos mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto. Mesmo sem poder se candidatar, Lula é citado pelos eleitores, o que confirma sua popularidade.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 7 de maio, sob o número 11.266/2010. Os dois mil eleitores foram entrevistados entre os dias 8 e 13.